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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

A melhor carta 2019

A Fundação Portuguesa das Comunicações organiza mais uma edição do concurso “A melhor carta”.
Lançamos o desafio a todos os que queiram participar, habilitando-se a fantásticos prémios (smartphones, tablets, etc…).

O tema para este ano é “Escreve uma carta sobre um dos teus heróis”.

"Heróis de ficção, dos que usam capa, ou heróis reais, próximos ou distantes, conhecidos ou desconhecidos, o limite é a imaginação ou a realidade de cada um."

Este concurso destina-se a jovens entre os 9 e os 15 anos (feitos até 31 de janeiro de 2019) e é promovido internacionalmente pela União Postal Universal (UPU). Uma das cartas vencedoras será escolhida para representar Portugal no concurso internacional.

Para concorrer, basta escrever uma carta sobre o tema proposto e remetê-la à Fundação Portuguesa das Comunicações, por correio.
As cartas têm de ser escritas em língua portuguesa, têm de ter entre 500 e 800 palavras, ser originais e respeitar as 3 componentes base de uma carta (data, fórmulas de saudação e assinatura).
A data limite para receção das cartas é 15 de março (data do carimbo do correio). O regulamento completo está disponível no site da FPC.


sábado, 9 de dezembro de 2017

Baixa de preços no Correio Azul Nacional

Os CTT - Correios de Portugal informaram que irão proceder a alteração de preços do Correio Azul Nacional.
O preço do primeiro escalão do Correio Azul Nacional (correio até 20gr) baixa de 0,63€ para 0,60€, a 24 de novembro de 2017.
Para esse mesmo escalão, mas nos Preços de Quantidade (empresas e entidades), o custo passa de 0,52€ para 0,50€, a partir de 1 de dezembro de 2017.
Estas alterações são válidas até 31/12/2017 (inclusive).
Os preços dos envios selados, das máquinas de venda de selos e das máquinas de franquiar mantêm-se inalterados.

domingo, 18 de junho de 2017

Portugal no índice UPU de Desenvolvimento Postal

A UPU - Universal Postal Union (União Postal Universal) publicou o Índice Integrado de Desenvolvimento Postal (Integrated Index for Postal Development) da UPU (2IPD) relativo ao ano 2016.

Segundo o seu site, "é um índice composto que fornece uma visão geral do desenvolvimento postal em todo o mundo", analisando 170 países.
Este índice consiste em dados da UPU, incluindo os chamados Big Data, p. ex. mais de 3 biliões de registos de rastreamento verificados e analisados, estatísticas oficiais e inquéritos da UPU. Segundo a entidade, os dados surgem "da maior integração de dados jamais realizada para medir o desenvolvimento dos serviços postais na escala global".
Uma análise dos dados resulta numa pontuação de desempenho de benchmarking (0 a 100) ao longo de quatro dimensões-chave do desenvolvimento postal: confiabilidade, alcance, relevância e resiliência.

Neste ranking, Portugal, através da sua empresa CTT - Correios de Portugal, apresenta-se na 58ª posição com apenas 47.84 pontos (a mesma pontuação do Vietname).
Portugal, considerado no grupo "Países industrializados", é o último classificado nesse grupo, bem abaixo da média de 67.40, estando abaixo da pontuação positiva de 50, e por exemplo abaixo dos 55 pontos do Brasil ou dos 54.98 de Espanha, sem comparar com os 100 pontos da Suiça, 94.75 da França ou 94.09 do Japão (3 primeiros classificados).
Refira-se ainda os 0.00 (único com esta pontuação) dos Correios de São Tomé e Príncipe (170ª posição e última),  os 7.43 de Moçambique (165º), Cabo Verde com 36.71 (83º) e Angola com 26.90 (105º). A Guiné Bissau não foi considerada neste Índice.

Este estudo está disponível no site da UPU. Nesse documento estão explicados, de forma sucinta os critérios para obtenção deste ranking.

Confessamos a nossa estupefacção pela classificação da empresa portuguesa, não deixando no entanto de revelar muitas das críticas e da clara diminuição da qualidade do serviço dos CTT nos últimos anos. Para análise e ponderação de todos.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

António Gomes da Mata, 6º Correio Mor do Reino


Quadro existente no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, com  o retrato de António Gomes da Mata, 6º Correio Mor do Reino, do séc XVII, de autoria desconhecida